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Conheça meu trabalho

Antes de escolher com quem você vai falar de coisas que talvez nunca tenha falado com ninguém, é justo saber quem está do outro lado.

Como eu cheguei aqui

Eu não comecei pela teoria. Comecei do outro lado, como paciente.

Entrei em análise sem nenhum plano de virar analista. Fui porque precisava. E aí aconteceu uma coisa que eu não esperava: eu me apaixonei pelo processo. O alívio veio depois e foi bom, mas o que me pegou mesmo foi ir entendendo por que eu fazia o que fazia.

Aí eu quis mais. Quis saber o que estava acontecendo dentro de mim, e também o que estava acontecendo naquela sala. Fui estudar. Psicanálise, a mente, o que aparecesse pela frente.

Ser psicanalista foi consequência disso. Não foi escolha de carreira. Foi onde a vontade de me conhecer acabou me levando.

Conto isso porque muda o jeito de escutar. Eu já sentei na cadeira em que você vai sentar.

O que eu faço

Psicanálise clínica, online, por vídeo. Uma vez por semana, 50 minutos, sempre no mesmo horário.

Eu não dou conselho e não passo técnica pra você aplicar na segunda-feira. O que acontece ali é você falar e alguém escutar de verdade, inclusive o que você diz sem perceber que está dizendo.

Na maioria das vezes, o que muda primeiro não é o problema em si. É o jeito como você se relaciona com ele. Depois disso, o resto começa a andar.

Com o que as pessoas chegam

Ansiedade que não passa

O corpo em alerta o dia inteiro, sem uma ameaça à vista. Noite mal dormida, pensamento acelerado, a sensação de que alguma coisa ruim vai acontecer.

A mesma história em relacionamentos diferentes

Muda a pessoa, muda a cidade, e o roteiro é o mesmo. Cansa, e dá a impressão de que o problema é você.

Dependência emocional

Saber que faz mal e não conseguir sair. Aceitar o que você não aceitaria de mais ninguém. Ficar pequeno pra caber na relação.

Não conseguir se olhar com alguma gentileza

A voz interna que cobra sem parar, o mérito que nunca é seu, o erro que fica anos ecoando.

Um término, uma perda, um luto que travou

O tempo passou e não mudou nada. Você tocou a vida por fora e por dentro ficou parado ali.

Um vazio sem nome

"Está tudo certo na minha vida e eu não sinto nada." É uma das frases que eu mais escuto.

O que eu não faço

Prefiro dizer isso agora do que na primeira sessão. Tem caso em que o meu trabalho não é o que a pessoa precisa, e insistir só faz perder tempo.

  • Não é atendimento de emergência. Se você está em risco agora, ou pensando em tirar a própria vida, procure ajuda imediata: CVV 188 (ligação gratuita, 24 horas), o CAPS mais perto de você ou o SAMU 192. Isso vem antes de qualquer sessão.
  • Não prescrevo remédio. Psicanalista não é médico. Se você já toma medicação, tudo bem, seguimos junto com o seu psiquiatra. A análise não substitui o tratamento dele e não entra em conflito.
  • Não emito laudo, parecer ou avaliação para processo. Nem para trabalho, guarda de filho, perícia ou concurso. Não é o que eu faço.
  • Não atendo criança. Adolescente eu atendo, com o combinado feito junto com quem é responsável.
  • Não prometo prazo. Quem garante resultado em tantas sessões está vendendo outra coisa. O que eu garanto é que estou ali toda semana, e que o que você fala não sai dali.

Formação

Pós-graduado em Psicanálise Clínica. Atendimento particular, online, para todo o Brasil.

Sigilo profissional é a base do trabalho, e vale para tudo: o que você fala, o que você escreve no aplicativo e o fato de você estar em análise.

Se você leu até aqui, provavelmente já está pensando nisso há um tempo. Não precisa chegar com o assunto pronto nem saber explicar o que está sentindo. Ninguém chega.

Me manda uma mensagem. A gente começa por onde der.

Edmilson Borges · Psicanalista clínico